Piracicaba investirá R$ 30 milhões em mobilidade urbana – Ciclovias, Ciclofaixas e Ciclorrotas

Mobilidade urbana em Piracicaba: Projeto CicloVidas, da Semuttran, vai implantar 10 km ciclofaixas ao ano

Em quatro anos, o valor estimado a ser aplicado no projeto é de R$ 30 milhões

Para aprimorar a mobilidade urbana em Piracicaba, o projeto CicloVidas, desenvolvido pela Semuttran (Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana, Trânsito e Transportes), visa implantar 10Km de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas ao ano no município. O objetivo é formar um sistema integrado aos demais sistemas de transportes e aos pontos de interesse da cidade, como pontos turísticos e culturais, comércio, indústria e escolas e, assim, atender às necessidades de mobilidade dos cidadãos.

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Em quatro anos, o valor estimado a ser aplicado no projeto é de até R$ 30 milhões, por meio do orçamento da Semuttran e financiamento externo, como o Avançar Cidades – Grupo II, projeto do governo federal, lançado em 2017, vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), que atua na área de saneamento e mobilidade urbana.

O CicloVidas foi apresentado pelo secretário José Vicente Caixeta Filho, titular da Semuttran, no lançamento do Plano de 100 Dias, em 16/04, e o projeto teve início oficialmente a partir desta data.

Na iniciativa, a Semuttran conta com a parceria da Semdettur (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo), Sema (Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento) e Selam (Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Atividades Motoras), além do apoio de grupos de ciclistas do município e do Conselho Municipal de Mobilidade urbana (Comob).

O projeto segue ainda orientações do Plano Diretor e Plano de Mobilidade

De acordo com a Pasta, o CicloVidas tem catalogado, aproximadamente, 400 Km de vias que podem ser convertidas para uso de ciclistas. Mas, para a implantação das ciclofaixas, estão sendo desenvolvidos estudos para definir as prioridades, como quais bairros, avenidas e rotas serão contempladas, sempre visando a segurança dos cidadãos, contando com sinalização turística e paraciclos.

Atualmente, Piracicaba conta com 5,85 km de ciclovias e ciclofaixas, que precisam de manutenção periódica. A Semuttran já realizou uma avaliação da situação atual de todas as ciclovias e ciclofaixas e está realizando, dentro de uma programação, as intervenções necessárias.

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Caixeta explica que já no nome do projeto CicloVidas está a preocupação da Pasta em proporcionar segurança e atenção à manutenção preventiva e corretiva de todas as ciclovias e ciclofaixas do município.

Não é de se imaginar, certamente, que todo o sistema viário de Piracicaba possa ser transformado em ciclovias e ciclofaixas, mas aqueles que vierem a receber esse tipo de investimento serão acompanhados com manutenção, seja preventiva ou corretiva adequada“, afirma o secretário e presidente do Comob.

Ainda como parte do projeto, os munícipes também serão consultados sobre o uso de bicicletas em pesquisa que será amplamente divulgada e disponibilizada no site da Prefeitura, da Semuttran e redes sociais.

As ciclovias e ciclofaixas são certamente pilares importantes para fazer com que a mobilidade urbana seja implementada. É um modo de transporte a princípio fácil e saudável, seja no uso para trabalho ou lazer. Além de tudo, é um modo de transporte ecológico, uma vez que é uma alternativa que não usa qualquer tipo de combustível fóssil e isso, certamente, é muito bom para o meio ambiente”, comenta ainda o secretário.


ROTA TIROLESA – Conforme o secretário José Luis Guidotti Junior, titular da Semdettur, apresentou no Plano dos 100 Dias, um dos objetivos da Pasta é incentivar o turismo rural com a implantação de ciclorrotas.

A Rota Tirolesa (Piracicaba – Santa Olímpia) é uma das vias estudadas para receber uma ciclorrota por meio do Projeto CicloVidas.

Na última sexta-feira, 23/04, técnicos da Semuttran e da área de Turismo da Semdettur percorreram a via com a diretora de Turismo, Rose Massaruto, para identificar pontos turísticos e as condições da via.

A partir da análise, os técnicos farão o projeto da ciclorrota turística para posterior construção.

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