Daniel Silveira não perderá o cargo de deputado federal

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deputado federal Daniel silveira

Tudo não passa de um circo montado, o deputado sofrerá sansões, terá alguns dias de cadeia em sua ficha e voltará como era antes.

EM SESSÃO OCORRIDA NA SEXTA-FEIRA (19)

A maioria na Câmara dos Deputados decidiu pela continuidade da prisão do deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), que em vídeo se manifestou contra os ministros da corte.
Na votação ao seu final, foi recepcionada com 364 votos a favor da prisão, 130 contra e três abstenções.

Já outros deputados estaduais saíram em defesa, como o Deputado Federal Guiga Peixoto (PSL) de Tatuí, que votou contra a manutenção da prisão do parlamentar, e do Capitão Augusto, Deputado Federal (SP), dizendo: “Ele só poderia estar preso em flagrante delito para crimes inafiançáveis, jamais ele poderia ter sido preso por emitir uma opinião”.

Alexis Fonteyne (SP), Jose Medeiros (MT), Vitor Hugo (GO) também se declaram contrário a prisão de Daniel Silveira.
Não poderia ser diferente a penalização do Deputado Daniel Silveira, que em breve será suspenso por meses, determinado por um Conselho de Ética, e carregará com ele alguns dias de cadeia.

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Muito se fala sobre o deputado preso e de sanções administrativas, enquanto policial militar, que não o negativaram para disputar os pleitos eleitorais, e cujo resultado o levou a câmara federal.

Agora, imaginar que ele será deposto do mandato que exerce, nem mesmos os traidores deixarão isso acontecer, com o risco no futuro em ser às próximas vítimas.

RUPTURA CONSTITUCIONAL

Essa ruptura constitucional ocorreu, e não diga os especialistas em manutenção do terror, que as falas do deputado incentivariam a balburdia e a guerra civil, porque em nosso país, brasileiro não se mete em política, ele dá poderes, a uma grande facção de pseudos-patriotas para defendê-los.


POLÊMICA DECISÃO

E com essa decisão equivocada em manter preso o parlamentar, a manutenção da liberdade volta às mãos do ministro do STF, que parece satisfeito com o quadro atual e sendo o relator do caso, Alexandre de Moraes, avaliará os motivos e dirá se mantém o deputado preso ou se substitui por liberdade vigiada usando uma tornozeleira eletrônica.


Está ficando claro a opinião pública que a inviolabilidade parlamentar quanto a opiniões, palavras e votos é pilar constitucional da democracia; relativizá-la fere a separação dos Poderes.
A democracia não aceita a ditadura e a intolerância a qualquer instituição brasileira.


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