Laringe eletrônica beneficia pacientes com câncer na Santa Casa de Piracicaba

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Paciente Giovanilson Gargione ao lado da equipe multiprofissional da Santa Casa – Divulgação

Médica de cabeça e pescoço, Letícia de Franceschi, revela avanços no tratamento do câncer de laringe, incluindo a aplicação do dispositivo eletrônico.

Na batalha contra o câncer de laringe, cada progresso traz uma nova esperança. A Santa Casa de Piracicaba, sob os cuidados da médica especialista em cabeça e pescoço, Letícia de Franceschi (CRM 164034), alcançou um marco significativo ao proporcionar a primeira aplicação da laringe eletrônica, um dispositivo que resgata não apenas a comunicação, mas também a qualidade de vida dos pacientes.

O câncer de laringe que, segundo Letícia, representa aproximadamente um quarto dos tumores de cabeça e pescoço, tem sido uma preocupação predominante, principalmente entre os homens, devido à sua forte associação com o tabagismo e o consumo de álcool. No entanto, avanços no diagnóstico precoce e tratamento abrem novos horizontes para quem passa quem recebe o diagnóstico dessa doença.

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“A laringe desempenha um papel vital não apenas na produção da voz, mas também na proteção dos pulmões durante a deglutição. No entanto, em casos mais graves de câncer de laringe, a remoção parcial ou total do órgão pode ser necessária, resultando em alterações permanentes na respiração e na voz”, explica a médica.

É aqui, nos casos mais extremos, que esse aparelho entra em cena. A laringe eletrônica, um dispositivo alimentado por bateria é uma solução para os desafios enfrentados pelos pacientes submetidos à laringectomia total. “Colocado externamente, próximo à garganta do paciente, este dispositivo utiliza outros músculos do pescoço e da garganta para produzir uma voz, proporcionando uma ferramenta importante para a comunicação e integração social”, salienta Letícia.

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Disponível para pacientes SUS (Sistema Único de Saúde) desde 2021, a aplicação da laringe eletrônica na Santa Casa de Piracicaba e que contou com a atuação importante do Serviço Social do Hospital, é um marco não apenas para a instituição, mas também para o paciente pioneiro, Giovanilson Gargione “Graças esse aparelho, Giovanilson recuperou não apenas sua capacidade de comunicação, mas também sua independência. Voltando ao trabalho e reconectando-se com a vida, ele é um exemplo vivo do impacto transformador da tecnologia médica”, ressalta Letícia.

“À medida que avançamos no campo da medicina, é essencial reconhecer não apenas os desafios, mas também as oportunidades que surgem. Com uma taxa de cura de mais de 80%, quando detectado precocemente e tratado de forma abrangente, o câncer de laringe está longe de ser uma sentença de vida limitada. Por meio de tratamentos como a laringe eletrônica, por exemplo, e o compromisso contínuo com a excelência médica, estamos pavimentando o caminho para um futuro próspero para aqueles que enfrentam essa doença”, finaliza a médica.

Com Assessoria de Comunicação

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