Pacientes com fibromialgia cobram assistência e políticas públicas em Piracicaba

Pacientes com fibromialgia cobram assistência de políticas públicas em Piracicaba
Foto divulgação / assessoria parlamentar

De acordo com estudo realizado pela universidade UFRJ, cerca de 4 milhões de pessoas no Brasil, sofrem de fibromialgia.

Desde que foi instituído o Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Fibromialgia, lembrado anualmente em 12 de maio, tem se aberto debates sobre os direitos básicos e tratamentos ofertados pelo SUS (Sistema Único de Saúde), às pessoas que sofrem com a síndrome.

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Em Piracicaba – SP, o vereador André Bandeira (PSDB) e a farmacêutica e diretora do Departamento de Assistência Farmacêutica da Secretaria Municipal de Saúde, Ana Raquel Passari Faggin de Castro, se reuniram na última semana, para uma reunião, na Câmara Municipal de Piracicaba, com o intuito de discutir políticas públicas que atendam pacientes diagnosticados com a enfermidade.

Entenda os sintomas da fibromialgia

Segundo o Ministério da Saúde, a fibromialgia é uma síndrome que engloba uma série de manifestações clínicas, como dor, fadiga, indisposição e distúrbios do sono. Trata-se de uma forma de reumatismo associado à sensibilidade do indivíduo frente a um estímulo doloroso.

Ainda de acordo com o Ministério, não existe um método de prevenção comprovado, e médicos especialistas indicam atividade física, boa alimentação, rotina regular de sono e receitam medicações, como auxilio para o tratamento.

Em fala, André Bandeira afirmou que muitos pacientes buscam pela sua assessoria.

“Temos ciência do quanto a síndrome afeta a qualidade de vida das pessoas, e o município precisa estar atento às necessidades dessa parcela da população, garantindo o que for preciso para terem condições dignas de saúde e assistência”

Vereador André Bandeira

O estudo “A prevalência da fibromialgia no Brasil”, realizado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), apontou que, no Brasil, a estimativa é de que existam 4 milhões de pessoas com a condição, das quais entre 75% e 90% são mulheres.

André Bandeira destacou que é preciso incluir políticas públicas sobre conscientização e prevenção. “São necessárias políticas públicas efetivas para assegurar a qualidade de vida desses pacientes”, ressaltou.

Texto e informações: Assessoria parlamentar Câmara Municipal de Piracicaba

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